Democracia pra quem se somos obrigados a ir votar em troca do nosso direito de fazer um concurso público e tirar o passaporte. Deveríamos ter o direito de optar se queremos votar ou não.
Para muitos é um ato racional escolher um candidato para governar o seu país. Mas quando nos deparamos com um candidato que defende abertamente a tortura você começa a pensar de outra forma. Votei no 1º turno de forma estratégica: Votar em um candidato para ver se o cenário do 2º turno não ficava tão hostil como está. Mas não deu certo e sofri muito no pós 1º turno por ter sido "obrigada" (estrategicamente falando) a votar no candidato que não me representava. Entrei em conflito comigo mesma e pensei: Não vou votar em nenhum dos dois, o que ganhar será escolhido pela maioria, eu não quero fazer parte dessa imundice.
Sabemos que não existe provas concretas para Lula estar preso, mas sabemos que seu partido está em segundo lugar na lista dos políticos que mais tem acusação de corrupção no país, e que só perde para o PP (ex partido do candidato a presidência Jair Bolsonaro).
Ah, mas foi na gestão do PT que ouvimos falar de corrupção, então o feitiço virou contra o feiticeiro. Justo, um partido não é feito de uma só pessoa. Assim como a igreja, que é representada por muitas cabeças, mas julgamos as atitudes errôneas de um por todos os outros que fazem parte de um mesmo grupo.
De quando começaram as manifestações no Brasil e percebi as Forças Armadas e Polícia Militar controlando de forma autoritária e agressiva os atos (que é de direito do povo). Presenciei amigos próximos sofrendo agressões físicas e psicológicas por parte de nossa polícia. Por isso, venho falando desde lá que vivemos em uma ditadura maquiada.
Não temos segurança nas ruas e nem em nossas casas. Os pobres não tem o que comer, muito menos onde morar. Pessoas morrem a míngua em hospitais, nas calçadas e no interior do país. Enquanto políticos gastam milhões em campanhas para terem a legitimidade de "roubar".
Mas voltando a ditadura... Em 2016, quando ocorreram as manifestações, era Dilma (que foi torturada) que estava no poder. Mesmo assim, muitas pessoas sofreram agressão da polícia, imagine em um governo em que o governante diz abertamente que vai apoiar tal ato.
Para muitos é um ato racional escolher um candidato para governar o seu país. Mas quando nos deparamos com um candidato que defende abertamente a tortura você começa a pensar de outra forma. Votei no 1º turno de forma estratégica: Votar em um candidato para ver se o cenário do 2º turno não ficava tão hostil como está. Mas não deu certo e sofri muito no pós 1º turno por ter sido "obrigada" (estrategicamente falando) a votar no candidato que não me representava. Entrei em conflito comigo mesma e pensei: Não vou votar em nenhum dos dois, o que ganhar será escolhido pela maioria, eu não quero fazer parte dessa imundice.
Sabemos que não existe provas concretas para Lula estar preso, mas sabemos que seu partido está em segundo lugar na lista dos políticos que mais tem acusação de corrupção no país, e que só perde para o PP (ex partido do candidato a presidência Jair Bolsonaro).
Ah, mas foi na gestão do PT que ouvimos falar de corrupção, então o feitiço virou contra o feiticeiro. Justo, um partido não é feito de uma só pessoa. Assim como a igreja, que é representada por muitas cabeças, mas julgamos as atitudes errôneas de um por todos os outros que fazem parte de um mesmo grupo.
De quando começaram as manifestações no Brasil e percebi as Forças Armadas e Polícia Militar controlando de forma autoritária e agressiva os atos (que é de direito do povo). Presenciei amigos próximos sofrendo agressões físicas e psicológicas por parte de nossa polícia. Por isso, venho falando desde lá que vivemos em uma ditadura maquiada.
Não temos segurança nas ruas e nem em nossas casas. Os pobres não tem o que comer, muito menos onde morar. Pessoas morrem a míngua em hospitais, nas calçadas e no interior do país. Enquanto políticos gastam milhões em campanhas para terem a legitimidade de "roubar".
Mas voltando a ditadura... Em 2016, quando ocorreram as manifestações, era Dilma (que foi torturada) que estava no poder. Mesmo assim, muitas pessoas sofreram agressão da polícia, imagine em um governo em que o governante diz abertamente que vai apoiar tal ato.
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