terça-feira, 24 de novembro de 2009

Melífluo




Gosto do cheiro melífluo,
Da pele chocolate ao leite

A voz que chama meu nome,
Nem sabe o quanto ecoa.
É como algo quase supérfluo
E que me deixa em deleite

No entanto, em instante some
Mas outra hora volta e soa,
Incitando o lábio a fome
Saciada pelos beijos à toa.

Um comentário:

-B. disse...

Gostei. Mas vc já sabia disso.